A história da Quinta de Moutta

A criação da quinta
Paul Reveyron, após criar diversas empresas pelo mundo (Canadá, Brasil, Antilhas), vende na década de 2000 a sua empresa especializada no reaproveitamento dos resíduos da estação espacial de Kourou, na Guiana Francesa.
De volta à França com um novo projeto — usar vermes de compostagem para produzir vermicomposto —, suas pesquisas de campo o levaram ao Béarn, onde se instalou com a esposa Béatrice e o filho Luc.
Assim nasceu, em 2007, a Quinta de Moutta.
A origem do nome Moutta
A quinta que Paul adquiriu está situada num monte feudal chamado Moutta, na rua 40 chemin du Moutta em Boueil-Boueilho-Lasque (64340). O nome tornou-se assim uma óbvia escolha.
Um monte feudal é uma fortificação de terra composta por um grande aterro que forma uma colina artificial circular. No monte Moutta, Paul encontrou vestígios antigos de um castelo.
Diz a lenda que o bom rei Henrique IV, rei de Navarra, ia lá cortejar uma das suas amantes.
Os difíceis começos
A ideia inicial de Paul era produzir vermicomposto — este potente corretivo orgânico proveniente da digestão de resíduos pelos vermes — para vender a horticultores e produtores.
Rapidamente percebeu que as margens eram pequenas, devido ao elevado custo do transporte.
Foi então que concebeu e desenvolveu um novo modelo de vermicompostor: a WORMbox, pioneira em França, para que qualquer pessoa pudesse reciclar os resíduos da cozinha com a ajuda dos vermes.
Mudança de direção
Paul, apaixonado pela aventura empresarial, teve a oportunidade de desenvolver atividades nas Antilhas, principalmente na República Dominicana, para onde se mudou com a família.
Confiou a gestão da quinta a pessoas de confiança, o que lhe permitiu gerenciá-la à distância.
Durante alguns anos a atividade ficou estagnada, já que era difícil gerir e desenvolver a quinta estando no estrangeiro.
O novo sócio
Em 2018, Julien Pungier assume o comando da quinta.
Paul e Julien conhecem-se desde a criação da quinta: desde o início Paul confiou a comunicação da atividade ao Julien. Ambos são autodidatas e apaixonados.
Julien criou seu primeiro site aos 14 anos, em 1996. Lançou sua primeira empresa aos 20 anos e, desde então, ajuda empresas na comunicação e no desenvolvimento.
Embora Julien já conhecesse bem a atividade da quinta, teve que aprender os meandros de um ofício ainda pouco conhecido. Tornou-se o primeiro funcionário da quinta. A sogra, Cathy, recém-aposentada, juntou-se a ele algumas semanas depois para cuidar da administração.
Expansão europeia
Em poucos anos a quinta passou de alguns artigos para mais de uma centena de referências, desenvolvendo o seu principal setor: a vermicompostagem.
A Quinta de Moutta tornou-se aos poucos uma das referências do setor na Europa. Desde o início, Julien percebeu que o desenvolvimento do negócio passava pela abertura ao mercado europeu.
Convenceu até a mulher, Laetitia — comercial no ramo de mobiliário de luxo — a juntar-se à aventura para acompanhá-lo no desenvolvimento da quinta.
Hoje a empresa conta com cerca de dez funcionários e multiplicou o seu faturamento por dez em cinco anos.
2026: novo site e desenvolvimento da gama
Em 2026, nasce o fruto do trabalho de Julien: o novo site da quinta, disponível em 18 idiomas (em breve), permitindo que a Quinta de Moutta ofereça a sua experiência a todos os europeus.
2026 é também o ano do lançamento de sua própria linha de produtos para jardinagem e casa.
As nossas atividades pelo mundo
Este é um outro capítulo da nossa história que o convidamos a descobrir na página “Internacional”.

























